quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Transcultural na psicanálise é tema de evento no Rio

Transcultural na psicanálise é tema de evento no Rio de Janeiro

Criadora de método de consultas transculturais com bebês, crianças e famílias migrantes, Marie Rose Moro, da Sociedade Psicanalítica de Paris,  compartilha sua experiência em março na SBPRJ
A psicanalista Marie Rose Moro, da Sociedade Psicanalítica de Paris, estará na Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de março para falar sobre a sua  experiência com a abordagem transcultural no trabalho com crianças, adolescentes e famílias migrantes vindas da África, da Ásia, do Oriente Médio e de outras regiões. Doutora em medicina e ciências humanas, professora de psiquiatria da criança e do adolescente da Universidade Paris Descartes, chefe do departamento transcultural de medicina e psicopatolopgia do adolescente da Maison de Solenn, Maison des Adolescents  do Hospital Cochin (Paris, França), ela criou e é responsável por consultas transculturais para bebês, crianças e adolescentes e suas famílias no Hospital Avicenne (Bobigny) e Hospital Cochin (Paris). 
Os encontros com Marie Rose Moro são voltados a profissionais da área de saúde e outros interessados. No dia 6, às 21h Marie Rose tecerá comentários sobre o filme que será projetado: “Eu sonhei com uma vasta extensão de água”  (“J'ai rêvé d'une grande étendue d'eau”),e que registra um pouco das consultas terapêuticas com famílias de migrantes realizadas no Hospital Avicenne. Os relatos e os sonhos, como expressão do inconsciente, são abordados. Lugar de invenção, tanto quanto espaço clínico, esse serviço aceitou, pela primeira vez, que uma câmera testemunhasse o trabalho sensível que lá se desenvolve.
No dia 7, às 21h a psicanalista apresentará um caso clínico e abordará questões relativas ao feminino, mulheres migrantes e seus filhos. 
Segundo a psicanalista Ana Sabrosa, diretora do Conselho Científico da SBPRJ, que organiza o evento, ouvir da própria Rose Moro mais sobre sua linha de abordagem transcultural  será uma experiência enriquecedora. “O tema da diversidade cultural é de grande relevância. Poder pensar a pluralidade de línguas, de representações, nos convoca à complexidade, à transformação, à criação. O fato migratório confere uma ressonância singular à questão da parentalidade, não só por se testemunhar as reorganizações num contexto cultural diferente, mas numa situação subjetiva de uma relativa desestabilização do sujeito. Acreditamos que a partir da experiência dela na França, com o atendimento de migrantes da Ásia, da Arábia Saudita e da África, poderemos também perceber que a carência que ela lá encontra na construção da parentalidade em muito se aproxima da que encontramos, do lado de cá do oceano, no que tange à fragilidade e à descontinuidade, colocando em questão os processos de afiliação e pertencimento”, comenta. 
Nascida em 1961 na Espanha, Marie Rose Moro mudou-se com a família para França no ano seguinte. Além das atividades citadas, ela é também diretora da revista transcultural, L'autre e autora de vários livros.  Recebeu os títulos da Ordre du Mérite em 2006 e da Légion d'Honneur em 2008. Seus textos podem ser acessados em diversos idiomas, no site www.marierosemoro.fr. A psicanalista tem dois textos publicados em português: “Gravidez, nascimento, primeira infância, violência contra as crianças: por uma prevenção precoce para todos”, na Revista Brasileira de Psicanálise, São Paulo, v.  51, n. 1, p. 177-189- 2017;  e  “Parentalidade e diversidade cultural”, na Revista Brasileira de Psicanálise, São Paulo, v. 51, n. 2, p. 137-189, 2017. 
No dia 6, haverá na sede da  SBPRJ às 20h haverá o lançamento do livro “Adoção - desafios da contemporaneidade”, da Editora Blucher, que conta com um artigo de Marie Rose Moro.

Informações:  sobre inscrições para os encontros com Marie Rose Moro estão no  site www.sbprj.org.br e também podem ser obtidas pelos telefones 21 25371115 /25371333 ou por e-mail paratesourariasbprj@sbprj.org.br

Valéria Veríssimo
SPS COMUNICAÇÃO
(21) 99115-6694

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No bloco da saúde mental

saúde mental

Sônia Paiva
Professora de Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria da FMP/Fase (RJ)
 O início do ano serve como convite à reflexão sobre nossa saúde mental e o quanto negligenciamos o próprio bem-estar, na batalha diária pela sobrevivência. Com tantas notícias sobre violência, nos bairros e no trânsito, e novos casos de febre amarela, parece bobagem falar de problemas pessoais. Mas, se pararmos para pensar, veremos que, quando a cabeça não vai bem, tudo tende a ficar mais difícil.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu, em 1948, saúde como completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença. Apesar de parecer um conceito utópico, nos dias atuais constatamos a falta de saúde por termos talvez negligenciado este conceito, dando durante muitos anos ênfase às doenças do corpo. Na ótica da doença, o campo da psiquiatria por muitos anos se limitou às patologias, isolando para tratamento, surgindo os manicômios, onde o isolamento, a exclusão social e alienação perpetuaram por muitos anos.
No início da década de 90, com a Declaração de Caracas, marco dos processos de reforma da assistência em Saúde Mental nas Américas, vinculou-se a atenção psiquiátrica à atenção primária em saúde. No Brasil, em 1992 foram normatizadas as ações de saúde mental, definindo as normas para o atendimento ambulatorial e hospitalar.
A Lei 10216/01, marco legal da Reforma Psiquiátrica Brasileira, garante à população assistência integral nos serviços públicos de saúde sem qualquer tipo de exclusão. No vácuo de propostas concretas de bases territoriais, somente em 2002 se estabelece a construção de novos serviços públicos de saúde mental, elegendo os Centros de Atenção Psicossociais (Caps) como o dispositivo para atendimento às pessoas em sofrimento psíquico, tendo ainda como atribuições as ações de prevenção e promoção em saúde mental.
Falar sobre saúde mental é prevenir o surgimento de doenças mentais, minimizar o  sofrimento humano, dentre eles o dano causado pelo preconceito e exclusão. É preciso debater o assunto, ouvir com atenção os pacientes, e especialistas e ter gestores comprometidos com a causa. Só assim poderemos definir onde nossos serviços públicos de saúde estão falhando. Defender o que pode ser melhorado, além do maior acesso da população a serviços de qualidade, é um dever de todos: cidadãos, profissionais de saúde e gestores. Só assim estaremos contribuindo efetivamente para um Sistema de Saúde equânime, integral e universal.
Infelizmente ainda é cruel a realidade vivida pela saúde mental. A OMS estima que até 2020 75% da população brasileira sofrerá algum tipo de transtorno mental. Os serviços estão ameaçados por conta de falta de equipamentos, com profissionais tendo sobrecarga de trabalho por conta do déficit de dimensionamento. Aumenta a cada dia a demanda de usuários que necessitam de atendimento. Falta de insumos e medicamentos afetam não somente os pacientes, mas todos os profissionais comprometidos com a melhoria da qualidade de vida da população. A falta de repasse de recursos e a atual gestão do Ministério da Saúde tem abalado severamente o futuro da assistência de saúde mental. É preciso não se conformar, dizer não à exclusão e gritar, manicômios nunca mais!    
Como o Carnaval está chegando, vale prestar atenção ao recado de um bloco carnavalesco original: o Tá Pirando, Pirado, Pirou! O bloco foi fundado em dezembro de 2004, no Instituto Municipal Philippe Pinel com base na premissa de um folião: “Não vamos fazer Carnaval só para quem está aqui dentro, e já pirou, vamos para rua brincar com quem tá pirando...Tá pirado, pirou!
O décimo quarto desfile do grupo, no dia 4, na Urca, no Rio, lembrará que, em 2017, comemoramos 30 anos do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial. Defenderá a reforma psiquiátrica e o SUS dos ataques que sofre, bem como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Vale registrar que, por falta de recursos, há Caps ameaçados de fechamento.
“Nenhum passo atrás, nenhum serviço de saúde a menos, manicômio nunca mais! Que a força da imaginação de Dona Ivone Lara esteja conosco e nos inspire nesta luta”, diz o manifesto do bloco, cujo enredo será “Foram me chamar! Eu estou aqui, na luta, na lida, no samba. Salve Dona Ivone Lara!” Para quem não sabe, a primeira-dama do samba, de 96 anos, se formou enfermeira, pela Faculdade de Enfermagem do Rio de Janeiro, atual Unirio, e depois em assistente social, com especialização em terapia ocupacional, atuando na saúde mental.
Durante 38 anos, ela trabalhou no antigo Centro Psiquiátrico Pedro II até se aposentar, em 1977. Em 2011 foi homenageada na Assembleia Legislativa como madrinha da enfermagem, contando com a participação do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ). Na ocasião, relembrou que, na década de 40, a enfermagem abandonou a unidade em sinal de protesto contra as condições de trabalho e os salários, mas que percebeu que os únicos prejudicados seriam os doentes. Assim retornaram ao trabalho, foram punidos e tiveram descontados os dias que ficaram parados. Dona Ivone integrou a equipe de monitores da Dra. Nise da Silveira. Promovia oficinas de música e buscava localizar familiares dos internos para tentar restabelecer laços familiares.
Sem dúvida, é uma merecedora de tantas homenagens e um bom exemplo para os futuros profissionais. Diversas instituições de ensino de enfermagem a tem como musa inspiradora. Na Faculdade de Enfermagem Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase), em Petrópolis, formamos enfermeiros comprometidos com a saúde mental, despertando nos alunos a visão crítica e construtiva para atuarem com criatividade desde a prevenção até a reabilitação, livres de exclusão, pautados na ética, conhecimento científico e solidariedade. Os alunos também desenvolvem ações de promoção em saúde nas escolas. Podemos dizer que estamos aqui na luta e que somos pirados pela saúde mental!   
Renato Guima
SPS Comunicação

Fone: (21) 99260 0910

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Paixão homoerótica do filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ será tema de debate na SBPRJ

Paixão homoerótica do filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome’   será tema de debate na SBPRJ

O apaixonamento homoerótico retratado no filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ (2017) será o ponto de partida para o próximo debate do projeto Psicanálise & Cinema, na Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ). O longa-metragem do cineasta italiano Luca Guadagnino não será exibido, já que está em cartaz.  O debate será no dia 1º de fevereiro, quinta-feira, às 20h30, na sede da SBPRJ, no Humaitá, RJ.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ conta a história de Elio, um rapaz de 17 anos que está passando férias na casa de campo da família quando Oliver, um pesquisador acadêmico de 24 anos, chega à cidade para trabalhar como estagiário de seu pai. Ao longo de um verão, é despertada uma paixão que mudará suas vidas para sempre.

O longa-metragem está entre os selecionados para concorrer aos prêmios de Melhor Filme, Ator (Timothée Chalamet), Roteiro Adaptado e Canção Original (‘Mistery of Love’) no Oscar 2018. Foi inspirado no livro homônimo do escritor André Aciman, nascido no Egito e que vive com a família nos Estados Unidos. Publicado pela primeira vez em 2007 e vencedor do Lambda Literary Award, a maior premiação de ficção LGBT do mundo, o livro foi lançado no Brasil pela  Editora Intrínseca.

Psicanálise & Cinema tem coordenação de Luiz Fernando Gallego, psicanalista da SBPRJ e membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro. As inscrições para o evento devem ser feitas previamente pelo e-mail sbprj@sbprj.org.br ou telefones (21) 2537-1333 e 2537-1115. A taxa de manutenção para a atividade é de R$ 10. Não haverá exibição do filme na ocasião. A SBPRJ fica na Rua David Campista, 80, no bairro Humaitá, RJ.


Valéria Veríssimo
SPS COMUNICAÇÃO
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sábado, 23 de dezembro de 2017

Psicanalistas criticam portaria do Ministério da Saúde

Psicanalistas criticam portaria do Ministério da Saúde
Para SBPRJ, mudança é retrocesso na Política Nacional de Saúde Mental

A Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ) está propondo um debate público sobre a modificação na  Política Nacional de Saúde Mental incluída na portaria do Ministério da Saúde publicada em 14/12/2017. Segundo a Sociedade e outras entidades do setor, essa mudança é uma ameaça contra a Reforma Psiquiátrica, introduzida há 30 anos no Brasil, que atualizou os procedimentos de tratamento das doenças mentais no país, como a criação de serviços de assistência extra-hospitalar e os programas de reinserção social do paciente psiquiátrico.

A nota da SBPRJ faz um convite a “um amplo e profundo debate, respeitoso e fraterno, em benefício daqueles que talvez sejam os mais desamparados dos brasileiros”. Segundo a entidade, a Política Nacional de Saúde Mental corrigiu práticas que envergonham a nação e os profissionais do setor. “Evidentemente, há muito a ser avaliado e desenvolvido, mas isto somente ocorrerá de forma criativa se houver uma contínua, respeitosa e efetiva participação de todos os envolvidos.” Segue a íntegra da nota da SBPRJ.

EM DEFESA DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE MENTAL
A Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro - SBPRJ vem unir-se a diversas entidades científicas e a inúmeros profissionais de saúde mental na manifestação de apoio à Política Nacional de Saúde Mental – também conhecida como Reforma Psiquiátrica – que está completando 30 anos e se encontra ameaçada por atitudes equivocadas do atual Ministério da Saúde. 

A insatisfação com o atendimento psiquiátrico no Brasil tem uma longa história que remonta aos nossos mais importantes psiquiatras, como Ulysses Pernambucano, Nise da Silveira, Luiz Cerqueira, Roberto Quilelli, entre tantos outros, mas que somente com a redemocratização do país pôde ser implementada. A luta antimanicomial, a criação de serviços de assistência extra-hospitalar, os CAPS, os programas com ênfase na reinserção social do paciente psiquiátrico e em cuidados primários, só se tornaram possíveis com a liberdade de uma ampla discussão entre aqueles que trabalham no campo da saúde mental (psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e outros profissionais), os pacientes, seus familiares e a sociedade em geral. Evidentemente, há muito a ser avaliado e desenvolvido, mas isto somente ocorrerá de forma criativa se houver uma contínua, respeitosa e efetiva participação de todos os envolvidos.

Nossa preocupação com a portaria do Ministério da Saúde publicada em 14/12/2017, que menciona uma modificação na Política Nacional de Saúde Mental é que a mesma revela um autoritarismo que pensávamos estar enterrado num passado que a ninguém interessa reviver. O Ministério parece esquecer que a Política Nacional de Saúde Mental é fruto de uma abrangente e democrática discussão que resultou na lei que a instituiu. 

Assim, convocamos todos os profissionais de saúde mental, familiares e pacientes, professores universitários e estudantes, a protestar energicamente contra qualquer medida que venha autoritariamente promover o retorno a tempos que nos envergonham como nação e a todos nós como profissionais.

Alguém disse que uma nação pode ser avaliada pela forma como trata suas crianças. Acrescentaríamos, também, pela forma como trata seus loucos. Michel Foucault nos lembra que os hospitais psiquiátricos foram os herdeiros dos velhos leprosários. Aqui, no Rio de Janeiro, a Colônia Juliano Moreira era vizinha do leprosário e do hospital de tuberculosos, os três no então longínquo bairro de Jacarepaguá, num urbanismo da exclusão. A Psicanálise trouxe a loucura para a nossa intimidade – tanto individual quanto grupal – e, consequentemente, para a nossa responsabilidade.
Não desejamos abrir mão disto.

Em nome desta responsabilidade é que convidamos todos aqueles que trabalham em saúde mental – independentemente de suas posições políticas – para um amplo e profundo debate, respeitoso e fraterno, em benefício daqueles que talvez sejam os mais desamparados dos brasileiros. Sem autoritarismos, sem falsas hierarquias, sem preconceitos, temos a certeza que serão encontradas as melhores soluções.

A luta pelo exercício da democracia é uma luta permanente.  

Rio de Janeiro, 18 de dezembro de 2017.
Wania Maria Coelho Ferreira Cidade
Presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise RJ


Valéria Veríssimo
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domingo, 17 de dezembro de 2017

Estudo de Avaliação Psicológica


Curso de Avaliação Psicológica e Elaboração de Laudos e Pareceres 

Estudo de Avaliação Psicológica

Introduzir os participantes ao processo da Avaliação Psicológica, fornecendo fundamentação teórica e prática acerca do processo e que contribuam para a escrita do laudo. Promover o conhecimento de instrumentos utilizados na avaliação psicológica, abrangendo a aplicação, correção e interpretação dos resultados.

Público alvo

Destina-se a Psicólogos e estudantes de Psicologia, interessados em adquirir ou aprimorar seu conhecimento sobre avaliação psicológica enquanto processo, desde a escolha dos instrumentos mais adequados à elaboração do laudo.



Conteúdo Programático

O processo da Avaliação Psicológica e sua comunicação escrita. Princípios e estratégias para a elaboração de documentos. Tipos de documentos e as recomendações do CFP quanto à estrutura e conteúdo. Apresentação e discussão de laudos e pareceres em diversos contextos da atuação do psicólogo. 

Data: 27 de Janeiro de 2018
HorárioSábado 10h00 às 18h00

Carga horaria: Certificado de 08 horas
LocalAv. Fernando Mattos, 48 - Jardim Oceânico.
Barra Da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ 

Inscrições limitadas 
Valor: Estudantes R$100,00
Psicólogos: R$150,00

Forma de Pagamento: Depósito Bancário

Informações e inscrições: 

Telefone: (21) 9862-1767  Wattsapp 

Docente: 
Simone Marins D. Santos (CRP 05/ 255527

Psicóloga; Doutoranda em Psicanálise, Saúde e Sociedade; Doutora em Ciências da Educação; Mestre em Psicologia Social com ênfase em Avaliação Psicológica para Segurança Pública; Pós-graduada em Psicologia Jurídica, Psicologia do Trânsito e Psicologia Organizacional; Especialista em Perícia Psicológica e Práticas Forenses, Professora das Faculdades Gama & Souza e de Cursos Livres no Brasil e na Argentina; Diretora Técnica Responsável de Clínica do DETRAN/RJ; Funcionária Pública do TCE/RJ; Experiência em Exame Criminológico e Avaliação para o Porte de Armas na administração Penitenciária onde foi psicóloga por 7 anos - SEAP/RJ. Participante de Bancas Avaliadoras de Concurso Público; Palestrante.

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